A Construtora Residencial DF executa projetos de ampliação residencial há mais de 15 anos, com obras entregues nas quadras numeradas do Setor de Mansões Park Way (SMPW), que vai da quadra 01 à quadra 29. O Park Way tem uma característica que poucas outras RAs do DF oferecem: lotes originais de 20 mil m², a maioria hoje acima de 2.500 m² mesmo após décadas de fracionamento, permitido desde 1997. Esse espaço físico disponível é o principal argumento técnico a favor da ampliação em vez da reconstrução — o morador do Park Way frequentemente tem terreno de sobra para crescer a casa sem comprometer área de lazer ou vegetação, algo raro em lotes urbanos convencionais.
Fato local 1 — população e renda
O Park Way tem 23.081 habitantes, sendo 51,6% mulheres. A renda domiciliar média é de R$ 16.236,00, com renda per capita de R$ 5.207,54, o que coloca a RA no Grupo 1 de alta renda do Distrito Federal, ao lado de Plano Piloto, Jardim Botânico, Lago Norte, Lago Sul e Sudoeste/Octogonal. Outro dado relevante: 50,18% dos moradores têm ensino superior completo ou pós-graduação, perfil que costuma se traduzir em projetos de ampliação bem planejados, com programa arquitetônico definido antes do início da obra.
Fato local 2 — clima e consequência técnica
Nos lotes grandes do Park Way, muitos deles com vegetação nativa de cerrado preservada, a estação seca do DF, de maio a setembro, com umidade relativa caindo a valores de um dígito, tem um efeito específico sobre projetos de ampliação: fundações e estruturas em concreto que ficam expostas por mais tempo durante a obra — comum em lotes grandes, onde o canteiro tem espaço para armazenar material e a logística permite obras em etapas mais longas — sofrem maior risco de fissuração por retração se a cura úmida não for mantida rigorosamente ao longo de toda a estação seca. Em ampliações no Park Way, também é preciso considerar a distância entre a nova estrutura e a vegetação existente, já que muitos lotes preservam áreas arborizadas que interferem na insolação e na umidade do solo próximo à fundação.
Fato local 3 — regulação fundiária e de uso do solo
O Setor de Mansões Park Way (SMPW) foi criado em 13 de março de 1961 e, desde 1997, permite o fracionamento dos lotes originais de 20 mil m², o que resultou nas 29 quadras numeradas hoje existentes. A gestão fundiária da região é feita pela Terracap, e o uso do solo é exclusivamente residencial unifamiliar — a construção de prédios ou empreendimentos multifamiliares é proibida pela lei de uso do solo aplicável à RA. O Park Way não é tombado pela UNESCO, o que dá liberdade arquitetônica ao projeto de ampliação, desde que respeitados os parâmetros de gabarito e taxa de ocupação vigentes e a natureza exclusivamente unifamiliar do lote.

