Construção residencial completa em Riacho Fundo II, com orçamento na primeira visita
A Construtora Residencial DF constrói há mais de 15 anos residências no Distrito Federal, incluindo lotes nas Quadras Norte (QN), Centrais (QC), Sul (QS) e Industriais (QI) de Riacho Fundo II, além dos Conglomerados Agrourbanos CAUB I e II e a região da Granja Modelo. Riacho Fundo II tem uma característica que molda diretamente a demanda por construção residencial na região: boa parte dos lotes chegou aos proprietários por meio de programas habitacionais com concessão de uso pela Terracap, a empresa pública responsável pela regularização fundiária no DF, o que exige atenção redobrada à documentação do terreno antes do início da obra.
Segundo a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD 2021, dado mais recente disponível), Riacho Fundo II tinha população estimada em 72.988 habitantes, renda domiciliar média de R$ 3.863,50 e renda per capita de R$ 1.563,60. Um dado imobiliário particularmente relevante para o serviço de construção nova é que apenas 40,4% dos domicílios da região eram classificados como “próprio, já pago” — o menor índice entre as regiões administrativas deste grupo — refletindo diretamente o número expressivo de lotes ainda em processo de concessão ou regularização junto à Terracap. A região também registra a maior densidade domiciliar do grupo, com 4,36 moradores por domicílio, indicando forte pressão por ampliação e construção de novas unidades para acomodar famílias em crescimento.
Riacho Fundo II teve seu parcelamento aprovado pelo Decreto nº 15.441/1994, com ocupação iniciada em 1995, e foi oficializada como região administrativa pela Lei nº 3.153/2003, desmembrada do Riacho Fundo. Por se classificar como área de “espaço concedido” via programas habitacionais, muitos contratos de uso do solo na região seguem o modelo de Concessão de Uso com Opção de Compra da Terracap, o que significa que, antes de iniciar qualquer construção residencial completa, é necessário verificar a situação exata do contrato do lote — se já foi quitado, se está em fase de amortização, ou se ainda depende de regularização — já que isso impacta diretamente a viabilidade de aprovação do projeto junto à administração regional.
O clima do Distrito Federal também traz consequência técnica direta para construções novas em Riacho Fundo II: o período seco, entre maio e setembro, com umidade relativa caindo a valores de um dígito, acelera a evaporação da água de amassamento do concreto estrutural, exigindo cura úmida rigorosa nas primeiras semanas para evitar fissuras de retração, especialmente relevante em uma construção nova, que ainda não tem revestimento nem pintura para proteger a estrutura exposta. Toda construção nova segue a NBR 6118 para estruturas de concreto e a NBR 15575 para desempenho, com projeto e ART registrados no CREA-DF conforme o Decreto nº 43.056/2022, e aprovação conforme o Código de Obras e Edificações do Distrito Federal (COE-DF, Lei nº 6.138/2018, Decreto nº 39.272/2018).

